Ato 1 - Cena 1
"Eu não sei se a América Latina teve um presidente com as experiências democráticas colocadas em prática na Venezuela", disse Lula, ao comentar que ninguém poderia acusar a Venezuela de não ter democracia. "Poder-se-ia até dizer que tem em excesso". (29/09/2005 )
Ato 1 - Cena 2
"Se permitirem que a oligarquia volte ao governo (de Carabobo), vou acabar mandando os tanques da brigada blindada para defender o governo revolucionário e para defender o povo", afirmou Chávez ao lado do candidato oficial do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV) em um comício nesse estado. ( 09/11/2008 )
Ato 1 - Cena 3
Dom Luizinácio I entra no Cemitério. Bate um papo animado com Marco Aurélio Garcia. O coveiro lhe apresenta um crânio.
LUIZINÁCIO: De quem era este?
PRIMEIRO COVEIRO: Da mais extravagante louca que já se viu. Quem pensais que ele fosse?
LUIZINÁCIO: Não posso sabê-lo.
PRIMEIRO COVEIRO: Para o diabo com sua loucura! Esse crânio aí, senhor, esse crânio ai, senhor, era o crânio de Democracia, a boba da corte do Coronel.
LUIZINÁCIO: Este?
PRIMEIRO COVEIRO: Precisamente.
LUIZINÁCIO: Deixe-me ver (pega o crânio). Olá, pobre Democracia! Eu a conheci, Marco. Uma moça de infinita graça, de espantosa fantasia. Mil vezes me carregou nas costas. E agora, como me atemoriza a imaginação! Sinto engulhos. Era aqui que se encontravam os lábios que eu beijei não sei quantas vezes. Onde estão agora os chistes, as cabriolas, as canções, os rasgos de alegria que faziam explodir a mesa em gargalhadas? Não sobrou uma eleição, um plebiscito, ou um jornal livre ao menos, para rir de tua própria careta? Tudo descarnado!
domingo, 9 de novembro de 2008
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