domingo, 12 de julho de 2009

Arrivederci!

Prezados amigos. Acabou-se o Caxassa Filosofal. C´Est fini. Kaputt.

Desde 2004 compartilhei meus toscos escritos com vocês. Mas quem for nos meus arquivos de 2004 verá o quanto eu mudei, e conseqüentemente, meus escritos.

O Caxassa pertence agora a um saudoso passado. Já não sentia empolgação em postar nele. Senti que era hora de mudar.

Eu anunciei que num prazo não superior à quantidade de dedos do Lula eu informaria meu novo blog. O Pimenta na Muqueca, entretanto, se adiantou.

De todo modo, ei-lo, meu novo projeto: O Festival de Besteiras que assola o direito, ou, carinhosamente, FEBEAJUS.

Já comecei a postar e tocar o projeto. ESpero vocês lá.

Adeus, Caxassa.

Le Roi est mort, vive le Roi!

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Atenção!

Em breve estará no ar o nosso novo blog. Podem contar os dias nos dedos da mão de Lula.

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Trabalho

Depois de algum abandono, anuncio oficialmente que este blog vai passar por uma reforma. O prazo é o mesmo do PAC da Casa Nova de dona Dilma: Quando e onde, ninguém sabe.

Mas tenham fé!

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

É Carnaval.....



Emocionante, não?

Lulalá-ô-ôôôô

Lei Seca para a Presidência da República.
Uma boa idéia.

Sempre alerta!

Lula, o Grande Timoneiro, segue preparando o Brasil para a Crise Econômica Mundial, mesmo no Sambódromo do Rio:


"Aí, pefoal! A Mangueira vai entrar!"

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

A Culpa do Bush

Quem não odeia George Bush? Sondemos nossos amigos, colegas, parentes.... alguém simpatiza com o W.? Blame Bush First é uma palavra de ordem. Da faixa de Gaza a Paris, de Moscou a Buerarema, de Tom Zé a Madonna, de Miriam Leitão a Heloísa Helena, todos têm algum palpite, alguma culpa pra lançar no Bush.

Mas terá sido o ex-presidente dos EUA tudo isso que todos amam odiar nele? Façamos um retrospecto:


Bush até hoje é acusado de ter sido eleito em 2000 por vias fraudulentas. Hoje mesmo, no jornal da manhã, o repórter disse que ele ganhou a eleição na recontagem. É mentira. Ele ganhou na Flórida e o Partido Democrata pediu a recontagem em alguns condados. Perderam. Pediram uma recontagem estadual. Os democratas queriam que cédulas rasuradas ou mal perfuradas (na Flórida usam Holerite) fossem contadas. A Suprema Corte disse não.

Depois veio o 11 de Setembro e a guerra no Iraque. Os EUA foram atacados covardemente por terroristas. O país estava em guerra. O mundo inteiro era simpático aos EUA, desde que eles não revidassem o ataque. Afinal, just give peace a chance....

Mas revidaram, obviamente. Invadiram o Afeganistão, sem muitos protestos. Mas quanto ao Iraque? Michael Moore propagou a tese de que a invasão foi motivada pelo petróleo. Pouco importa se Saddam Hussein impedia as inspeções da ONU. Pouco importa se Saddam Hussein matara 900.000 pessoas. Pouco importa se Saddam Hussein tivesse publicamente apoiado o 11 de Setembro. Pouco importa se empresas de países que não apoiaram a guerra estão prospectando no Iraque. Pouco importa se os EUA gastaram mais dinheiro no Iraque que jamais ganhariam se e somente se fossem os únicos a prospectar lá. Bush é americano, um cowboy. Logo, é óbvio que o Petróleo foi a razão principal da guerra. Michael Moore locuta, causa finita est.

E veio o Furacão Katrina. Não importava se o prefeito de Nova Orleans ou a Governadora da Louisiana tivessem atrasado até o último dia a ordem de evacuação. Não vem ao caso saber que o governo federal só poderia intervir após pedido da Governadora, por causa da Lei Posse Comitatus. O fato é que Spike Lee proclamou: Bush não gosta de pretos. A Lousiana é um estado de grande população negra. Logo, o racismo de Bush é a explicação. Palavras da Salvação.

E a crise econômica? Bush pegou a culpa dela sozinho. Não faz diferença ele ter abandonado as tradições liberais do Partido Republicano e, pongando numa proposta do Partido Democrata (uma lei de 1977 de Jimmy Carter que proibia Bancos de “discriminar” correntistas pobres e outra de 1995, de Bill Clinton, que obrigava os bancos a emprestar dinheiro para pobres comprarem suas casas), feito o Estado intervir na economia para baixar juros artificialmente e garantido que pessoas “excluídas” do mercado-opressor-capitalista pudessem ter acesso a crédito sem ter garantias de pagar. O caldo entornou, Bush ficou pra boi de piranha e Obama – logo ele, que apoiou essa política – se elegeu.

Bush não foi o melhor presidente dos EUA. Mas encarou um rabo de foguete que poucos antes dele encararam. Ele teve peito para sacrificar a popularidade para fazer o que era preciso, especialmente nos casos das guerras e da contenção do Eixo do Mal. A culpa do Bush foi a de não ter sido um presidente submisso às pressões globalistas da ONU e dos Ongueiros, que adorariam ver a soberania dos estados nacionais destruída. A culpa do Bush foi de ter pago pra ver quando Saddam blefara. A culpa do Bush foi de não ter se intimidado e negociado com quem odeia ou despreza os EUA.

Bush tem um olhar meio apalermado. Parece Alfred E. Newman, mascote da revista Mad. Comete umas gafes lulescas de vez em quando. Nada parecido com aquele olhar profético, iluminado, do incensado Obama. Mas, se houverem historiadores sérios no futuro, a história o tratará com a justiça que os contemporâneos lhe negaram.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Los Cinicos

Como esperado, a reunião dos líderes bananeiros latinos na Costa do Sauípe aprovou ontem uma moção pedindo o fim do embargo econômico dos EUA contra Cuba. Fora o fato de que eles chamam o embargo de bloqueio (que são duas coisas totalmente diferentes no campo da política e direito internacional), chama a atenção o argumento:

“Os chefes de Estado afirmam que a defesa do livre-comércio e da prática transparente do comércio internacional torna inaceitável a aplicação de medidas coercitivas unilaterais que afetam o bem-estar dos povos e obstruem os processos de integração”

O que eu acho engraçado nesta turma é que eles não têm a menor cerimônia em usar, ao mesmo tempo, argumentos contraditórios. Num dia declaram o capitalismo, o livre-comércio (em especial com os EUA), é a causa de todos os males. No outro, a falta de livre-comércio de Cuba com os EUA é que é a causa dos males. Me batam uma garapa!

Em tempo: quando é que esses hipócritas vão adotar alguma resolução exortando o "PC de Cu" (Partido Comunista de Cuba) a acabar com o embargo político e econômico imposto sobre os cubanos há 50 anos? Quando é que vão exigir de Cuba a libertação dos presos políticos e a liberdade de expressão e associação? Se meter na política interna dos EUA pode, mas na de Cuba não pode?

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Demodé

"Há ventos na América Latina, como as idéias de socialismo que brotam com força. A idéia de socialismo, que se acreditava enterrada. O socialismo não está morto, está mais vivo do que nunca. O capitalismo é que está morto" - Hugo Chávez, em Salvador, hoje



**

Este blog surgiu em 2004, ano 2 d.L.. Eu estava no 2º anos da faculdade de Direito. Escrevia pequenas crônicas, notinhas, na linha ridendo castigat mores. Meu viés era marcadamente de esquerda. Eu havia sido um dos milhões de brasileiros que, dois anos antes, haviam eleito Dom Luizinácio presidente.

À medida em que o tempo passava, entretanto, minhas batidas começaram a se deslocar da direita para a esquerda. Somados aos escândalos, a minha convivência na política estudantil mostrava o hiato entre o que era discurso e o que era prática.

Nesse meio tempo eu fui estudando: filosofia, economia, literatura, retórica e dialética. Fui fazendo por mim o que a Universidade não fazia e não faria. E comecei a ver que eu, simplesmente, não podia compactuar com o que eu sabia errado. Não podia tolerar ditaduras somente por que eram anti americanas. Não precisava ser antiamericano só por que é modinha odiar os EUA. Eu não podia defender que se tolhessem, em nome de um suposto bem maior, liberdades das quais eu não abria e não abro mão. Via colegas também de esquerda vendo as mesmas coisas, mas adotando um tom que ia da resignação ao cinismo: "É, mas a direita é pior", ou então "Você prefere que o PSDB volte?". Se recusam a enxergar com medo de trair convicções da juventude.

Eu não. Eu não sou um coletivo. Sou um indivíduo, e falo apenas por mim. Não tolero a noção de que os indivíduos são abstratos e os coletivos (raça, classe, opção sexual) seriam concretos. E não sou um terceiro onisciente para medir os outros por regras que não valem para mim. SE sou um indivíduo, o zé da esquina também o é.

E nos últimos tempos a política tem centrado este blog. Houve uma mudança de leitores: perdi uns, ganhei outros. Faz parte da vida, nem todos os temas são interessantes a todos.

Somente acho graça quando recebo, vez ou outra um email em que alguém diz que estou perdido no tempo: ser anticomunista caiu de moda. Ora, como assim, caiu de moda? O comunismo, acaso, caiu de moda? O partido que governa o Brasil deixou de professar a crença no tal socialismo? Deixou de se alinhar com ditaduras e ditadores comunistas? Deixou, por algum momento, de seguir o script dado por Hayek quando escreveu "O caminho da servidão"¹???? O futuro, ou a maioria das pessoas, podem me considerar errado. O que não significa que estarão necessariamente certos.

Tá aí o Hugo Chávez que não me deixa mentir.



¹ O Caminho da servidão não é um livro sobre o futuro. É um livro sobre o passado. Conta como foi que nações caíram no canto da sereia do totalitarismo coletivista. Enquanto estamos aqui lindos e faceiros, achando que o muro de Berlim acabou com essa baboseira de ser comunista, eles não desistiram. O problema do comunismo não é ele se concretizar: o comunismo é irrealizável, como Mises já havia provado em 1922, e a queda da URSS confirmado. O problema é o quanto perdemos - em vida, material - a cada vez que essa turma pede uma segunda chance.

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Memento Mori

Do Ultimo Segundo. Dispensa deste escriba comentários para além do título deste post e do negrito, pois presumo que as almas penadas que aqui vagueiam conhecem algo de história:

"Aprovação do governo Lula também bate recorde na pesquisa CNI/Ibope
BRASÍLIA - O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva bateu recorde aprovação, chegando a 73% de avaliação ótima e boa entre os entrevistados da pesquisa CNI/Ibope, divulgada nesta segunda-feira. Esta é a melhor avaliação de um presidente do período de redemocratização no País. O recorde anterior era de José Sarney, que, em 1986, no auge do Plano Cruzado, era aprovado por 72% da população. (...)"

Crééééééu


"(...) Queremos ter uma boa relação com os EUA. Mas é bom que eles vejam que temos mecanismos de integração e desenvolvimento que não dependem de tutela externa."

Arram. Percebe-se.

Tutti Buona Gente

Comentaristas, blogueiros e jornalistas brasileiros se refestelaram com a sapatada que o Bush quase levou. E não estão sozinhos:

"Que coragem de verdade" - Hugo Chávez, ontem
"Heróico" - Comunicado oficial do grupo terrorista Hezbollah
"O que ele fez representa uma vitória para os direitos humanos em todo mundo" - Comunicado do Wa Atassimou , grupo de direitos humanos patrocinado pelo governo da Líbia (!?!?)

Algo a se dizer aos nossos bravos brasileiros antiimperialistas: quem com porcos se mistura, farelos come.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Sapato 36

Viram a sapatada de que o Bush escapou? Volto abaixo



Sinal dos tempos. Leio no Portal G1 que o tal jornalista é um daqueles que odeiam os EUA pelo que o Bush fez com o país dele. Compreensível. Ele foi preso por esse ato. Na certa ele prefereria ter sido enforcado junto com a sua família, como nos tempos áureos de Saddam.

domingo, 9 de novembro de 2008

Mais Estado-Babá

Pois é. Depois de regulamentar a caipirinha, eis que surge no horizonte um projeto de Lei querendo regulamentar o Índice de Massa Corpórea mínimo para modelos/manequins. Se não chegamos ao ápice da irrelevância, estamos perto: Querem que o governo regule até o peso de modelos.

Lula Hamlet, e a democracia Venezuelana

Ato 1 - Cena 1

"Eu não sei se a América Latina teve um presidente com as experiências democráticas colocadas em prática na Venezuela", disse Lula, ao comentar que ninguém poderia acusar a Venezuela de não ter democracia. "Poder-se-ia até dizer que tem em excesso". (29/09/2005 )

Ato 1 - Cena 2

"Se permitirem que a oligarquia volte ao governo (de Carabobo), vou acabar mandando os tanques da brigada blindada para defender o governo revolucionário e para defender o povo", afirmou Chávez ao lado do candidato oficial do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV) em um comício nesse estado. ( 09/11/2008 )

Ato 1 - Cena 3

Dom Luizinácio I entra no Cemitério. Bate um papo animado com Marco Aurélio Garcia. O coveiro lhe apresenta um crânio.

LUIZINÁCIO: De quem era este?
PRIMEIRO COVEIRO: Da mais extravagante louca que já se viu. Quem pensais que ele fosse?
LUIZINÁCIO: Não posso sabê-lo.
PRIMEIRO COVEIRO: Para o diabo com sua loucura! Esse crânio aí, senhor, esse crânio ai, senhor, era o crânio de Democracia, a boba da corte do Coronel.
LUIZINÁCIO: Este?
PRIMEIRO COVEIRO: Precisamente.
LUIZINÁCIO: Deixe-me ver (pega o crânio). Olá, pobre Democracia! Eu a conheci, Marco. Uma moça de infinita graça, de espantosa fantasia. Mil vezes me carregou nas costas. E agora, como me atemoriza a imaginação! Sinto engulhos. Era aqui que se encontravam os lábios que eu beijei não sei quantas vezes. Onde estão agora os chistes, as cabriolas, as canções, os rasgos de alegria que faziam explodir a mesa em gargalhadas? Não sobrou uma eleição, um plebiscito, ou um jornal livre ao menos, para rir de tua própria careta? Tudo descarnado!

domingo, 2 de novembro de 2008

...num copo com limão

O gosto dos burocratas pela irrelevância supreende a cada dia.

Neste domingo de absoluto ócio de busca por informações jurídicas relevantes (cof cof), eis que me deparo com uma informação que serve para resumir a mentalidade daqueles que administram o seu, o meu, o nosso suado dinheirinho: a definição de uma caipirinha legítima (no sentido estrito da palavra legitima). A Instrução Normativa nº 55, aliás, traz a definição não somente da caipirinha (anexo IV da IN 055/08) como também da jurubeba (anexo V), da batida (anexo III), dentre outras, ocupando umas 4 páginas do Diário Oficial da União de 31/10/2008.
Palavras da Salvação:



Segundo li depois, tudo foi um erro. Não, o erro não foi normatizar a birita: segundo um técnico do MAPA eles vão mesmo normatizá-la, mas só iam jogar no ar a versão final (esta?) depois de ouvir especialistas e peritos no assunto.
Lula, peritus peritorum, diria - se fosse consultado: "Penso que a receita do companheiro Stephanes é da boa!"

Eu já abordei essa mania noutra oportunidade: A fúria legislativa é incessante. Eles começam legislando sobre grandes coisas, terminam legislando sobre as pequenas coisas, até que se torne impossível fazer qualquer coisa que não esteja codificada ou, pior, que as coisas mais banais e irrelevantes possam ser proibidas por não atenderem normas técnicas feitas ninguém sabe onde, ninguém sabe como, ninguém sabe quando, ninguém sabe para que.
(para quem pensa que essa mania é de burocrata brasileiro, leiam o livro "The death of common sense: How law is suffocating America" de Phillip K. Howard, que eu tive a grata oportunidade de tomar emprestado)
Mais um pouco, e no futuro não poderemos ver cenas de empreendedorismo como essas:


- Que mané caipirinha oficial, rapá? Cadê o Certificado do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento? Essa bebida está a 20 graus Celsius? Este açúcar está ultrapassando as 150g/l? Este processo tecnológico é adequado para garantir a apresentação e conservação até a hora do consumo ou esta porcaria vai sair com gosto de sabão?

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Espanando a poeira

Cá estou, de volta.

Evitei atualizar o Caxassa no período eleitoral, apesar da munição diária que me caía em mãos, porque, como é sabido, trabalhei na assessoria jurídica de um determinado candidato, e não queria que confundissem esta minha atividade ociosa e amadorística com uma atividade a serviço de algo mais que não de mim mesmo.

C´est la vie, como diriam os cults. Passada a eleição, não tive cabeça - ou tive preguiça de sobra - para deixar passar tanta coisa!!! São dois meses sem um mísero post.

Espanada a poeira, tentarei voltar a postar.

Enquanto isso, deixo meus - hoje - leitores fantasmas com uma poesia de minha amiga Brisa que, coincidentemente, traduziu algo que eu vinha matutando no meu espírito a algum tempo.

SEGREDOS
Todos nós temos segredos
e tudo muito bem escondido
um affair com a empregada
um beijo no melhor amigo.

todos nós temos coisas a esconder
do namorado, de mim, de você
um amasso furtivo na escada
uma fantasia de puta mascarada.

todos nós temos segredos
e vale a pena os esconder
esconder não é mentir
omitir é saber se vender.

todos nós temos coisas a esconder
e não vale a pena esquecer
todos mentimos da mesma forma
para continuar a conviver.

Brisa Dalilla =27/10/2008=

domingo, 17 de agosto de 2008

Novo artigo

Saiu no É Direito! meu mais novo artigo: Sobre o "Direito à Satisfação Sexual", e outros "direitos" que não o são

Nele eu discorro sobre a multiplicação de direitos, partindo da proposta da Constituinte do Equador de pôr na Constituição o direito de toda mulher à satisfação sexual.

Podem conferir :)

DataChute

A guerra das passeatas políticas começou em Itabuna. Na sexta-feira a candidata do PT, Juçara, levou alguns milhares de pessoas à Avenida Cinquentenário e Praça Adami; Ontem foi a vez de Fábio Santana (PMDB) fazer o mesmo.

Parte dessa guerra é a batalha dos números, com cada lado inflacionando sua própria passeata e subestimando a do outro. Mas, pô, vamos maneirar! Eu não assisti a caminhada de Juçara, mas fui à de Fábio. Vi uma foto da aglomeração na praça Adami e comparei: ambas as passeatas se equivaleram. Os petistas afirmam que havia de 15 a 20 mil pessoas lá (Mais de 10% do eleitorado de Itabuna numa passeata em dia útil, no horário comercial? Me batam uma garapa....).

O blog Políticos do Sul da Bahia afirma que eram mais de 20 mil. Céus! Até o jornal A Região me veio com essa, afirmando na edição deste fim de semana que haviam mais de 15 mil. Ora! Se havia esse tanto na de Juçara, havia o mesmo na de Fábio, pois, como disse, se equivaleram.

Mas nem a pau, Juvenal! Não cabem 15 mil pessoas na praça Adami. Galera, são 4 pessoas por m². São 5,500, 6 mil pessoas no máximo, de cima a baixo. Nem atochando entra mais. O próprio Marcel Leal, editor do A Região, afirmou isso na edição de 02 de agosto (página 10).

Exagerar faz parte, galera. Mas com moderação, por favor.....

domingo, 20 de julho de 2008

Da série: camisetas que deveríamos ver por aí