sábado, 26 de abril de 2008
Artigo novo
Confiram o meu artigo "A Hermenêutica da Morte", publicado na edição de abril no periódico "É Direito". Nele eu analiso o voto do Ministro Carlos Ayres de Britto sobre o uso de células tronco embrionárias.
sexta-feira, 25 de abril de 2008
Hay emprego? Soy contra!
Recebi ontem na rua um flyer do Sindicato dos Comerciários proclamando um "não" a um projeto de lei que permite - notem, permite, não obriga - o funcionamento do comércio local até as 22h.
Eu não li o projeto, dele só conheço aspectos gerais. Mas, a julgar pelo veredicto contrário do sindicato, deve ser um projeto danado de bom. É sério. Vejam vocês os argumentos de Jairo, o presidente do sindicato, no mesmo panfleto:
"Este anteprojeto não possui justificativa racional para a sua implementação, pois a ampliação do horário de funcionamento não significa aumento nas vendas e muito menos desenvolvimento para o setor" (...) Para Jairo, ao contrário do que está afirmando o vereador, esta proposta só trará mais exploração, podendo piorar e precarizar ainda mais as condições de trabalho e salários desta categoria tão sofrida e explorada pelo segmento patronal"
Impressão minha ou só eu percebi a contradição lógica entre as duas sentenças, que estão no mesmo parágrafo?
Ora bolas. Temos aqui que, para o sindicato:
1. O aumento de tempo de abertura do comércio não vai aumentar as vendas
2. Os trabalhadores serão mais explorados.
Porca misera, alguém faz o favor de explicar? Afinal, se exploração pressupõe produção, e a produção do comerciário é mais venda, como é, pombas, que vai haver mais exploração com menos produção?
Ora, é óbvio que quanto mais tempo as lojas ficarem abertas mais tempo haverá para consumidores potenciais fazerem suas compras. Mais compras significam um comércio mais forte. E um comércio mais forte significa, até onde eu sei, mais comerciários empregados, e comerciários mais fortes, a menos que alguém prove que um comércio cada vez mais débil paga melhor, e emprega mais, que um comércio pujante.
Mas alguém foi explicar esse óbvio ululante aos comerciários?
Eu não li o projeto, dele só conheço aspectos gerais. Mas, a julgar pelo veredicto contrário do sindicato, deve ser um projeto danado de bom. É sério. Vejam vocês os argumentos de Jairo, o presidente do sindicato, no mesmo panfleto:
"Este anteprojeto não possui justificativa racional para a sua implementação, pois a ampliação do horário de funcionamento não significa aumento nas vendas e muito menos desenvolvimento para o setor" (...) Para Jairo, ao contrário do que está afirmando o vereador, esta proposta só trará mais exploração, podendo piorar e precarizar ainda mais as condições de trabalho e salários desta categoria tão sofrida e explorada pelo segmento patronal"
Impressão minha ou só eu percebi a contradição lógica entre as duas sentenças, que estão no mesmo parágrafo?
Ora bolas. Temos aqui que, para o sindicato:
1. O aumento de tempo de abertura do comércio não vai aumentar as vendas
2. Os trabalhadores serão mais explorados.
Porca misera, alguém faz o favor de explicar? Afinal, se exploração pressupõe produção, e a produção do comerciário é mais venda, como é, pombas, que vai haver mais exploração com menos produção?
Ora, é óbvio que quanto mais tempo as lojas ficarem abertas mais tempo haverá para consumidores potenciais fazerem suas compras. Mais compras significam um comércio mais forte. E um comércio mais forte significa, até onde eu sei, mais comerciários empregados, e comerciários mais fortes, a menos que alguém prove que um comércio cada vez mais débil paga melhor, e emprega mais, que um comércio pujante.
Mas alguém foi explicar esse óbvio ululante aos comerciários?
Go, Hugo, Go!
El Fanfarrón de Caracas ataca novamente!
Agora, indignado por que o USS George Washington passou perto da costa venezuelana, sentenciou: "Neste século vamos enterrar o velho império americano e viver com a nação americana como uam nação fraterna, por que mais de 40 milhões de seus habitantes vivem abaixo da linha da pobreza".
Jura, meu pai? Ora, nem vou saber onde é a linha da pobreza americana e a linha da pobreza venezuelana, mas 40 milhões de americanos são 13% da população (e contem aí os milhões de imigrantes ilegais que no hablan inglés e não têm emprego). Enquanto isso, na república bolivariana de Huguinho, 38% da população vive abaixo da linha da pobreza.
Interessante é ele lembrar - e celebrar - o bloco formado pelos membros do Foro de São Paulo - que continua ignorado pelas bandas de cá, como os coveiros do império.
E o ministro Jobim insiste que o tal Conselho Sul Americano de Defesa não é operativo e nem antiamericano.
Arram. Então tá.
Vai lá Hugo. Pede umas dicas pro seu amigo líbio, o Coronel Khadaffi, sobre o que fazer quando um porta-aviões americano chegar perto.
Agora, indignado por que o USS George Washington passou perto da costa venezuelana, sentenciou: "Neste século vamos enterrar o velho império americano e viver com a nação americana como uam nação fraterna, por que mais de 40 milhões de seus habitantes vivem abaixo da linha da pobreza".
Jura, meu pai? Ora, nem vou saber onde é a linha da pobreza americana e a linha da pobreza venezuelana, mas 40 milhões de americanos são 13% da população (e contem aí os milhões de imigrantes ilegais que no hablan inglés e não têm emprego). Enquanto isso, na república bolivariana de Huguinho, 38% da população vive abaixo da linha da pobreza.
Interessante é ele lembrar - e celebrar - o bloco formado pelos membros do Foro de São Paulo - que continua ignorado pelas bandas de cá, como os coveiros do império.
E o ministro Jobim insiste que o tal Conselho Sul Americano de Defesa não é operativo e nem antiamericano.
Arram. Então tá.
Vai lá Hugo. Pede umas dicas pro seu amigo líbio, o Coronel Khadaffi, sobre o que fazer quando um porta-aviões americano chegar perto.
quinta-feira, 10 de abril de 2008
terça-feira, 1 de abril de 2008
Uma exegese não dói
Ah, nossos magistrados......
Acabo de ler que o hit funkeiro "Um tapinha não dói" - desaparecido das paradas há uns 5 anos, seguramente - acaba de ir para o index funkorum prohibitum numa sentença da Justiça Federal, na qual o MM Juiz entendeu que o tapa descrito provoca dor e abalo psíquico.
Arram.
Nessa toada, daqui a pouco a turma que rala a tcheca no chão vai ser acusada de promover a xenofobia também......
Acabo de ler que o hit funkeiro "Um tapinha não dói" - desaparecido das paradas há uns 5 anos, seguramente - acaba de ir para o index funkorum prohibitum numa sentença da Justiça Federal, na qual o MM Juiz entendeu que o tapa descrito provoca dor e abalo psíquico.
Arram.
Nessa toada, daqui a pouco a turma que rala a tcheca no chão vai ser acusada de promover a xenofobia também......
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